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Força-tarefa fiscaliza e autua 38 postos em SC

Força-tarefa fiscaliza e autua 38 postos em SC
Com 65 fiscais em campo, a força-tarefa analisa documentos e notas fiscais para identificar possíveis abusos nos preços dos combustíveis. A iniciativa busca proteger o consumidor em meio à instabilidade do setor. (Foto: PRF SC)

Publicado em 29/03/2026

Uma força-tarefa envolvendo a Polícia Rodoviária Federal e o Procon de Santa Catarina já percorreu mais de uma centena de postos de combustíveis em todo o estado para investigar possíveis práticas abusivas. A mobilização, batizada de Operação Aequus, começou recentemente e soma 102 estabelecimentos vistoriados.

Até agora, 38 postos foram autuados por suspeita de cobrança irregular. Os responsáveis precisam apresentar justificativas formais ao órgão de defesa do consumidor. Caso não comprovem a legalidade dos preços aplicados, podem sofrer sanções administrativas, incluindo multas.

Fiscalização intensificada nas regiões catarinenses

A operação conta com a atuação de 65 fiscais, que analisam documentos e notas fiscais de compra e venda. O objetivo é identificar margens de lucro que estejam fora dos padrões considerados legais, especialmente em um momento de instabilidade no setor de combustíveis.

A iniciativa busca evitar prejuízos ao consumidor, garantindo maior transparência na formação dos preços e coibindo práticas que possam desequilibrar o mercado.

Atuação integrada e combate a irregularidades

Além de dar suporte à fiscalização, a PRF também atua na segurança das equipes e no enfrentamento ao transporte irregular de combustíveis nas rodovias federais. Com o compartilhamento de informações entre os órgãos, os policiais podem encaminhar suspeitos à delegacia em casos de flagrante, como adulteração de produtos.

Uma nova etapa da operação está prevista para começar na segunda-feira (30), com foco em 32 municípios de Santa Catarina. Nessa fase, a ação contará ainda com o apoio da Polícia Civil de Santa Catarina.

Denúncias ajudam a direcionar ações

As fiscalizações também são orientadas por denúncias feitas por consumidores, o que permite maior precisão nas vistorias. A legislação brasileira, por meio do Código de Defesa do Consumidor, prevê punições para práticas como o aumento de preços sem justificativa, com o objetivo de preservar o equilíbrio nas relações de consumo.

 

 

 

Da redação

Fonte: PRF SC

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