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A cultura da inclusão, por Octávio Lebarbenchon
Empresas e sociedades passam a rever práticas diante da diversidade de ideias e crenças.

A cultura da inclusão, por Octávio Lebarbenchon
Em meio à polarização, a cultura da inclusão se apresenta como resposta às rupturas sociais. (Foto: Freepik)

Publicado em 27/01/2026

Vivemos um mundo onde os sectarismo e a divisão de ideias e pensamentos se tornou algo tão grave que se aquilo que eu penso é diferente do que você acredita parece que não podemos nem pensar em sermos amigos ou simplesmente de continuarmos a discutir algo que por algum motivo, alguma ideologia ou alguma crença, difere daquilo que o outro acredita.

Tenho conversado com muitos empresários, clientes e amigos e o tema da cultura da inclusão é rotineiro e passou a ser uma discussão muito mais ampla do que era há uns 10 anos atrás.

Não há nada mais belo do que a diferença e os diversos matizes da cultura e do conhecimento.

As empresas e as sociedades que entenderam esta mensagem, deixaram de excluir pessoas, só pelo que elas pensam ou acreditam.

A liberdade tão buscada por todos nós, passa pelo caminho do entendimento das diferenças e como elas podem ser profundamente inclusivas dentro de qualquer empresa e principalmente dentro das sociedades onde vivemos.

Uma das coisas que mais venho estudando ultimamente é justamente o tema da cultura inclusiva.

A diversidade cultural efetivamente é a maior certeza de crescimento de uma sociedade. Saber conviver com estas diferenças sem agressão sem humilhação e sem arrogância é um dos desafios da sociedade moderna.

Cada vez que me perguntam sobre este tema e como devemos proceder, falo a seguinte frase: Relaxa, aprenda, ouça, pondere, respire e entenda que a sua verdade, às vezes é só sua, até porque a tal da verdade absoluta não existe, e não é necessária para que possamos viver em harmonia.

Uma boa empresa para trabalhar é aquela que permite que possamos ser, o que realmente somos sem precisar teatralizar constantemente para podermos ser compreendidos e aceitos.

Sabemos todos que no mundo do capital, existem metas concretas e objetivos que devem ser atingidos, não estamos falando aqui que devemos esquecê-los ou tornar tudo lúdico, nossa discussão aqui é : seja uma pessoa mais leve, permita que o mundo possa ser mais leve, assim com certeza quando chegarmos a um determinado momento da vida, nós possamos ter a certeza que fizemos de tudo para que este planeta fosse o melhor possível, sem discriminações e deixando o mundo muito mais fácil e humano para se viver.

A cultura da inclusão nada mais é do que permitir que todos possam ter a mesma chance e assim possamos transformar esta sociedade ainda tão discriminatória em uma sociedade mais inclusiva e fluída.

O desafio é grande mas é por isso que ele é feito para nós, seres humanos, privilegiados em estar vivendo uma das épocas mais incríveis da humanidade. 

Seja inclusivo, se a cultura é o conjunto de hábitos e valores, faça com que seus hábitos e seus valores, sejam os melhores possíveis, permitindo uma evolução natural do planeta o qual escolhemos para viver essa nossa importante jornada.

 

 

 

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Sobre o autor

Octávio Lebarbenchon

Octávio Lebarbenchon

Empresário, consultor, conselheiro e professor universitário há mais de 30 anos na UDESC/Esag das matérias de negociação, vendas e liderança.


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