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Maré Vermelha: continuam as interdições de retirada e consumo de moluscos

Conforme laudos emitidos na quinta-feira, 28, estão suspensos consumo, retirada e comercialização de moluscos bivalves (ostras mexilhões, vieiras e berbigões), devido à detecção de níveis acima do limite previsto na legislação para a Ficotoxina Ácido Okadaico (Foto: Ricardo Wolffenbüttel / SECOM)

Publicado em 29/03/2024

Após monitoramento e análise, a Cidasc confirmou a manutenção e novas interdições temporárias de cultivos de ostras e mexilhões em Zimbros e Canto Grande – município de Bombinhas; Fazenda da Armação – Governador Celso Ramos; Praia do Forte, Sambaqui, Caieira da Barra do Sul e Taperinha – Florianópolis; Ponta de Baixo, em São José; Barra do Aririu, Enseada do Brito, Maciambu e Ponta do Papagaio, em Palhoça.

Conforme laudos emitidos na quinta-feira, 28, estão suspensos consumo, retirada e comercialização de moluscos bivalves (ostras mexilhões, vieiras e berbigões), devido à detecção de níveis acima do limite previsto na legislação para a Ficotoxina Ácido Okadaico. Nas comunidades de Zimbros e Canto Grande – no município de Bombinhas e nas praias do Forte e Sambaqui – em Florianópolis, a interdição temporária já estava em vigor desde 22 de março.

Quando consumida por seres humanos, essa toxina pode ocasionar náuseas, dores abdominais, vômitos e diarreia. Os restaurantes e consumidores devem atentar para adquirirem moluscos bivalves com Serviço de Inspeção Oficial (SIM, SIE, SIF), garantindo assim a procedência e inocuidade destes produtos. As instituições públicas responsáveis pela fiscalização sanitária do comércio, inspeção de produtos de origem animal, pesquisa e extensão e diagnóstico foram comunicadas para que tomem as providências pertinentes as suas áreas de atuação.

Confira os pontos interditados para retirada e consumo no mapa abaixo:

A Cidasc fará novas coletas para o monitoramento das áreas de produção de moluscos bivalves. Conforme os resultados dessas análises será definida a liberação ou a manutenção da interdição das áreas afetadas.

Em caso de sintomas, a orientação aos consumidores desses produtos é que procurem atendimento na unidade de saúde mais próxima e realizem a notificação a Vigilância Epidemiológica ou Vigilância Sanitária municipal.

Monitoramento constante

Santa Catarina é o maior produtor nacional de moluscos e realiza o monitoramento permanente das áreas de cultivo de moluscos bivalves. O Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos Bivalves é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva, permitindo maior segurança para os produtores e consumidores.

Da redação

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