Economia de SC cresce acima da média nacional
O comércio de Santa Catarina segue em expansão e mostra fôlego acima da média nacional. Entre janeiro e agosto deste ano, o volume de vendas no estado cresceu 6% em relação ao mesmo período de 2024, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado é o segundo melhor do Brasil, atrás apenas do Amapá, que registrou alta de 7,1%.
Consumo das famílias impulsiona o crescimento
O bom desempenho catarinense está diretamente ligado ao aumento do consumo das famílias. Setores como artigos de uso pessoal e doméstico (12,4%), supermercados e hipermercados (7,5%) e farmácias, perfumarias e cosméticos (4,7%) lideraram as altas no período. Também tiveram resultados positivos as vendas de tecidos, vestuário e calçados (4,5%) e combustíveis e lubrificantes (4%).
Esses números demonstram a confiança do consumidor e a movimentação contínua do comércio local, mesmo diante de um cenário econômico nacional mais contido.
Estado supera vizinhos e principais economias do país
Enquanto o Brasil registrou crescimento médio de apenas 1,6% nas vendas do varejo, Santa Catarina manteve um ritmo muito mais intenso. O estado superou vizinhos como Rio Grande do Sul (3,1%) e Paraná (2,6%), além de economias mais robustas como Minas Gerais (1,5%), São Paulo (0,8%) e Rio de Janeiro, que teve queda de 2%.
Desempenho reflete emprego e ambiente favorável aos negócios
Para o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, os bons resultados são consequência de uma economia diversificada e de políticas que fortalecem o setor produtivo. “O aquecimento do comércio retrata a forte geração de emprego e renda em Santa Catarina. Com mais dinheiro no bolso, o catarinense tem condições de consumir e movimentar a economia”, afirma o secretário.
Dreveck destaca ainda que o governo tem atuado para desburocratizar o ambiente de negócios, atrair empresas e estimular o investimento privado, fatores que sustentam o dinamismo do comércio estadual.
Segmentos em retração
Apesar do cenário positivo, alguns segmentos apresentaram queda no acumulado de 2025. O levantamento do IBGE aponta retração nas vendas de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação (-5,7%), eletrodomésticos (-2,2%) e móveis (-1%).
Mesmo assim, o secretário avalia que Santa Catarina segue em posição de destaque: “O país enfrenta juros altos e um cenário internacional difícil, mas o estado continua crescendo acima da média nacional. Isso é resultado da força do nosso povo e da solidez da economia catarinense”, ressalta Dreveck.
Panorama de resiliência econômica
Com indicadores acima do restante do país e desempenho expressivo em setores essenciais, o comércio catarinense reafirma sua capacidade de resistência e adaptação. A combinação de renda, consumo e ambiente empresarial favorável tem mantido Santa Catarina como uma das economias mais dinâmicas do Brasil em 2025.
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Da redação
Fonte: RCN
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