Cultura brasileira ganha bate-papo gratuito nas ruas
Atividade integra a programação do Festival Ponte Que Pariu, que amplia suas ações para além do período carnavalesco
O Festival Ponte Que Pariu promove, no dia 7 de novembro, sábado, um bate-papo de rua com o historiador Luiz Antonio Simas, em Florianópolis. Gratuito e aberto ao público, o encontro propõe uma reflexão sobre os saberes da cultura popular brasileira e as formas como eles ajudam a contar a história do país, construir identidades e transmitir conhecimentos entre gerações. A conversa marcada para as 16h faz parte da programação do Centro Bugio, que começa com Choro Mulheril, às 13h, e encerra com Samba da Antonieta a partir de 18h.
O Brasil também se conta pelos saberes que atravessam gerações e ganham vida no cotidiano: nas festas populares, nas rodas de samba, nas cozinhas, nas rezas, nos tambores e nas celebrações que ocupam as ruas. A partir dessas manifestações, Simas convida o público a olhar para a cultura popular como uma forma de conhecimento construída pela oralidade, pela convivência e pela experiência coletiva, para além dos registros oficiais da história.
Entre santos, encantados, ritmos, sabores e rituais, a conversa aborda como diferentes comunidades preservam memórias, reinventam tradições e criam maneiras próprias de celebrar a vida e enfrentar os desafios do cotidiano. Mais do que expressões festivas, essas práticas revelam modos de interpretar o mundo, fortalecer vínculos e manter vivas histórias que constituem a diversidade cultural brasileira.
O encontro integra a segunda etapa do Festival Ponte Que Pariu em 2026, que amplia sua atuação para além da programação carnavalesca. Nesta fase, o projeto já promoveu apresentações educativas do Fanfarra da Ponte Show em escolas públicas e uma palestra da pesquisadora Daniele Canedo sobre carnaval e economia criativa. Com o bate-papo, o festival abre espaço para o diálogo com a população sobre a cultura brasileira e suas diferentes formas de expressão.
“Ao realizar essas atividades, nós provamos que o movimento carnavalesco vai muito além dos tradicionais cinco dias. Carnaval é festa, mas é também arte, cultura e conhecimento”, afirma Marinho Freire, coordenador do projeto.
A iniciativa dá continuidade ao trabalho do Festival Ponte Que Pariu, cuja quarta edição reuniu cerca de 40 mil pessoas na Beira-mar do Estreito, em 1º de fevereiro de 2026, em mais de 13 horas de programação gratuita de pré-Carnaval, com atrações como Fanfarra da Ponte, artistas locais e Monobloco.
Da redação
Para receber notícias, clique AQUI e faça parte do Grupo de WHATS do Imagem da Ilha.
Gostou deste conteúdo? Compartilhe utilizando um dos ícones abaixo!
Pode ser no seu Face, Twitter ou WhatsApp!
Para mais notícias, clique AQUI
21° | Nublado