Programa leva obras e inclusão ao Monte Cristo
Primeiras intervenções já impactam mobilidade, lazer e qualidade de vida dos moradores
A região continental de Florianópolis começou a receber as primeiras mudanças previstas pelo Programa Nossa Comunidade, iniciativa da Prefeitura que aposta na requalificação urbana como caminho para melhorar o cotidiano em áreas periféricas. Coordenado pela Secretaria do Continente, o projeto combina obras de infraestrutura com ações de inclusão social em comunidades do bairro Monte Cristo.
Lançado no início deste ano, o programa contempla oito localidades — Casinha, Chico Mendes, Frei Damião, Frei Fabiano, Grota, Novo Horizonte, Panorama e Pasto do Gado — com intervenções que vão além de obras pontuais. A proposta envolve desde melhorias no pavimento das ruas até a revitalização de espaços públicos e pintura de fachadas, criando um conjunto de ações integradas.
Primeiras entregas e impacto direto
A primeira entrega ocorreu no fim de março, na comunidade Chico Mendes. No local, a praça da rua Pinheiros Verdes passou por revitalização completa, incluindo a modernização da iluminação e a instalação de uma quadra poliesportiva equipada. O acesso à área também foi melhorado, com recuperação do pavimento e nivelamento da via. Como diferencial, as residências ao redor receberam pintura, contribuindo para a valorização visual do espaço.
Obras avançam em outras comunidades
Atualmente, as equipes atuam no Pasto do Gado, onde já foram implantadas uma quadra de areia e melhorias no parque infantil. As intervenções seguem com foco nas vias próximas à área de lazer. A comunidade também recebeu cinco estruturas do Projeto Corrimãos, instaladas em pontos de maior inclinação para facilitar a circulação e aumentar a segurança dos moradores.
Na sequência, o cronograma prevê a continuidade das ações no Novo Horizonte, dando andamento ao plano que busca alcançar todas as comunidades previstas.
Integração social e uso de recursos
Além das melhorias físicas, o programa também incorpora uma frente social. Parte das obras é executada com a participação de apenados da Penitenciária de Florianópolis, que atuam em atividades como construção civil, pintura e manutenção urbana. A medida contribui para a qualificação profissional e o processo de ressocialização, ao mesmo tempo em que otimiza o uso de recursos públicos.
Segundo o secretário do Continente, João Paixão, a proposta é garantir intervenções que tenham efeito prático na rotina dos moradores. A expectativa é que as melhorias ampliem a mobilidade, qualifiquem os espaços de convivência e tornem as comunidades mais acolhedoras.
Da redação
Fonte: PMF
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