Baixa vacinação mobiliza secretarias em SC
O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina traz um alerta! O cenário atual exige atenção: até o momento, a vacinação ainda não atingiu 37% dos grupos prioritários no estado.
Os dados acendem um alerta importante para os municípios. Entre as crianças, a cobertura vacinal está abaixo de 25%. Nas gestantes, o índice não chega a 44%, enquanto entre os idosos está em pouco mais de 40%. São públicos considerados mais vulneráveis a complicações causadas pela influenza e que precisam ser alcançados com informação clara, orientação e acesso facilitado às Unidades Básicas de Saúde.
Diante desse cenário, o COSEMS/SC convoca as secretarias municipais de saúde a intensificarem as estratégias de comunicação e mobilização em cada território. A orientação é que os municípios utilizem todos os canais disponíveis para dialogar com a população, incluindo portais oficiais, redes sociais, rádios comunitárias, carros de som, equipes da Atenção Primária e ações locais de busca ativa.
Para a presidente do COSEMS/SC, Sinara Simioni, o momento pede união e ação coordenada entre os municípios catarinenses. “A vacinação contra a gripe é uma medida segura, gratuita e essencial para proteger a população, especialmente crianças, gestantes, idosos e pessoas com maior risco de agravamento. Quando a cobertura vacinal fica baixa, aumentam as chances de complicações, internações e pressão sobre a rede de saúde. Por isso, o COSEMS/SC está chamando os gestores para fortalecerem essa mobilização em cada município. A liderança local faz toda a diferença para aproximar a população das UBS e reverter esses índices”, destaca Sinara.
Além de proteger individualmente, a vacinação contribui para reduzir a circulação do vírus e o impacto das doenças respiratórias nos serviços de saúde durante os meses mais frios do ano. Para o COSEMS/SC, cada município tem papel estratégico nesse processo, seja ampliando a divulgação, facilitando o acesso às salas de vacina ou orientando as equipes para identificar pessoas que ainda não se imunizaram.
A entidade reforça que a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nas unidades de saúde e deve ser buscada pelos grupos prioritários. Para a entidade, vacina no braço salva vidas e reduz impactos na saúde pública.
Da redação
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