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SC lidera geração de empregos formais

SC lidera geração de empregos formais
Estado registrou taxa de desemprego de 2,7% no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados pelo IBGE. (Foto: Roberto Zacarias / Secom GOVSC)

Publicado em 15/05/2026

Santa Catarina começou 2026 mantendo a menor taxa de desemprego do Brasil. Dados divulgados na quinta-feira (14) pelo IBGE, por meio da PNAD Contínua, mostram que o índice de desocupação no estado ficou em 2,7% no primeiro trimestre do ano, enquanto a média nacional foi de 6,1%.

Com o resultado, o estado lidera o ranking nacional pelo quinto trimestre consecutivo. Santa Catarina também registrou a menor taxa de informalidade do país, com 25,4%, abaixo da média brasileira, de 37,3%. Distrito Federal e Mato Grosso do Sul aparecem na sequência.

Segundo o governador Jorginho Mello, o desempenho está ligado ao incentivo aos negócios e ao fortalecimento do setor produtivo no estado.

O secretário de Estado do Planejamento, Arão Josino, destacou que Santa Catarina ultrapassou a marca de 4,5 milhões de trabalhadores ocupados e mantém a menor taxa de informalidade do país desde 2018.

Menos desalento e maior ocupação

Santa Catarina também apresentou a menor taxa de subutilização da força de trabalho do Brasil, com 4,7%, enquanto a média nacional chegou a 14,3%. O estado ainda teve o menor percentual de desalentados do país, com 0,3%, índice referente às pessoas que desistiram de procurar emprego.

O rendimento médio mensal dos trabalhadores catarinenses foi de R$ 4.289, valor 15,2% superior à média nacional. O estado ficou na quarta posição entre os maiores salários médios do país, atrás apenas do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro.

Crescimento em diferentes setores

Os dados da PNAD também apontam crescimento da população ocupada em diversos setores da economia catarinense. O maior avanço ocorreu na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com alta de 14,5%.

A indústria geral e a construção cresceram 5,4%, enquanto os setores de informação, comunicação, atividades financeiras e administrativas avançaram 6,6%. Já a indústria de transformação registrou crescimento de 4,2%.

Santa Catarina também manteve, pelo segundo ano seguido, o melhor índice de distribuição de renda do país, conforme o Índice de Gini de 2025.

 

 

Da redação

Fonte: Secom

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