SC reduz dependência de programas sociais
Santa Catarina registrou, em 2025, o menor percentual de famílias atendidas pelo Bolsa Família entre todos os estados brasileiros. Dados divulgados pelo IBGE na última semana apontam que 3,9% dos domicílios catarinenses recebem o benefício federal. No ano anterior, o índice era de 4,3%.
O resultado coloca o estado na liderança nacional com a menor participação no programa social. Em seguida aparecem São Paulo, com 7,6%, Rio Grande do Sul, com 7,7%, Paraná, com 8%, Mato Grosso do Sul, com 9,5%, e Distrito Federal, com 10,5%. A média nacional chegou a 17,2%.
Emprego em alta
A redução no número de famílias beneficiadas acompanha o avanço do mercado de trabalho em Santa Catarina. Segundo os dados apresentados, o estado criou 58,8 mil empregos formais no último ano e mantém a menor taxa de desocupação do Brasil, atualmente em 2,2%.
Para o governador Jorginho Mello, o cenário é reflexo da geração de empregos e do fortalecimento da economia catarinense. “A melhor política social é a geração de emprego. É por isso que o Governo do Estado investe em um ambiente de negócios favorável, para que o catarinense crie sua empresa ou trabalhe com carteira assinada, levando renda e dignidade pra sua família. Esse número mostra, mais uma vez, como Santa Catarina pula o Brasil”, afirmou.
Programas sociais
Além do Bolsa Família, Santa Catarina também aparece como o estado com menor participação de domicílios em programas sociais de maneira geral. Conforme o levantamento, 6,9% das residências catarinenses receberam algum tipo de benefício social em 2025, incluindo o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A média brasileira ficou em 22,7%.
Nos estados vizinhos, os índices foram mais elevados: Rio Grande do Sul registrou 11,5% e Paraná, 12,8%.
Qualificação e investimentos
O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Edgard Usuy, destacou que o crescimento econômico e a criação de vagas estão ligados à atração de investimentos e ao incentivo ao empreendedorismo.
Segundo ele, a meta do governo é continuar reduzindo a dependência de programas sociais, com foco na qualificação profissional. Entre as iniciativas citadas estão os programas Universidade Gratuita, CaTec e SCTec.
Da redação
Fonte: Secom
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