00:00
21° | Nublado

Colombo revela bastidores inéditos da Hercílio Luz
Em entrevista exclusiva, o ex-governador Raimundo Colombo conta como Santa Catarina enfrentou impasses milionários, disputas na Justiça e operações de alto risco para recuperar o maior símbolo catarinense

Colombo revela bastidores inéditos da Hercílio Luz
Ex-governador Raimundo Colombo relembra detalhes inéditos da recuperação da Ponte Hercílio Luz e revela os bastidores políticos, técnicos e judiciais da obra histórica. (Fotos: Divulgação)

Publicado em 31/05/2025

Na última semana do mês de Maio estamos publicando na íntegra a entrevista com o ex-governador Raimundo Colombo, o “grande esquecido” da recuperação da Ponte Hercílio Luz, e que deu origem ao nosso Personagem da Semana do dia 13/05, dia em que a Ponte completou 100 anos. 

O ex-governador relembrou os bastidores de uma das maiores intervenções da história recente de Santa Catarina, marcada por disputas judiciais, decisões técnicas complexas, viagens internacionais e operações de alto risco. 

Em uma conversa repleta de detalhes inéditos, Colombo revisita o período em que a ponte era vista por muitos como um projeto condenado ao fracasso e conta como a recuperação do principal símbolo catarinense começou a sair do papel.

Imagem da Ilha:  Governador, a recuperação da ponte Hercílio Luz foi uma obra que marcou época. Durante muitos anos, contudo, ela se arrastou sem avanços significativos. Foi no seu mandato que a empresa portuguesa especializada foi contratada. Florianópolis acompanhou a velocidade que os trabalhos ganharam a partir da sua decisão. Quais as lembranças daqueles tempos desafiadores? Foi difícil convencer a população que a ponte finalmente seria recuperada?

Raimundo Colombo: Sim, foi difícil. Nós tínhamos muitos obstáculos. Primeiro, saber se esse era o projeto certo. Eu não era um conhecedor da área, e tinha muita simpatia na recuperação, mas também havia muita oposição, tanto interna, na nossa equipe, quanto fora. E a oposição não é por não querer fazer a recuperação, era porque haviam muitas dificuldades. Primeiro, existiam muitas propostas alternativas. Quando se começa um governo, várias empresas começam a trazer propostas, havia de tudo um pouco, até fazer uma nova ponte. Depois veio uma outra empresa privada, que oferecia um túnel. E em torno dessas novas ideias havia muitas discussões. E a gente chegou à conclusão que túnel não iria acontecer. Porque demoraria, precisaria de várias licenças ambientais, tinha a complexidade dos projetos, e tinha até uma empresa que oferecia um túnel que sairia ali do Angeloni, na Beira-mar, e chegaria lá do outro lado. Perto da entrada, seria feita uma obra bonita e tal, e seria cobrado pedágio. Então eu disse: faz o projeto, se o governo não vai gastar, faz o estudo. Aí quando o estudo vinha, a realidade era outra, precisaria investir 3 bilhões, neste projeto. O pedágio sairia em R$ 80 reais por automóvel na época, então, era inviável. A gente perdeu um pouco de tempo com isso. E depois veio o grande problema. A empresa que já estava executando a obra de recuperação, não tinha nenhuma capacidade técnica, não tinha nenhuma obra realizada. E a empresa que estava fiscalizando também não tinha nenhum documento de que garantia que iria funcionar.  Então, para você tirar a empresa nessa situação de uma obra que ela tinha ganho a concorrência, precisava fazer todos aqueles levantamentos, obrigar as pessoas a fazer. Bom, qual é o compromisso do mês? Vocês vão fazer isso, isso e isso. Chegava no final do mês, não fazia. Então, tinha que pegar o documento e assinar que não cumpriu o que se comprometeu. Isso era a orientação jurídica para depois poder fazer um processo e tirar as empresas que estavam ali há algum tempo e que não estavam realizando obra. Conseguimos fazer isso, e graças a Deus ganhamos todas as decisões na justiça. O Estado não foi prejudicado em nenhum momento. Isso é muito comum, você tira a empresa, depois ela vai à justiça, apresenta que o Estado errou ou não cumpriu bem, não fez direito seu trabalho e aí vem uma multa enorme que fica para a história. Então, então nós conseguimos vencer essa etapa e tirar a empresa. Aí quem pensamos, quem pode fazer esta obra? Então, começamos fazer uma nova licitação, aí vai vir uma empresa sem competência técnica, sem conhecimento, com preço irreal, ganha e não faz. Vamos continuar patinando aqui e a população de forma justa, reclamando e deixando de acreditar na obra. Aí surgiu uma sugestão: Vamos buscar a empresa que construiu a ponte. Onde é que é? Nos Estados Unidos, em Pittsburgh. Então, vamos lá. Aí fomos para lá. E foi uma surpresa, porque eles tinham as fotografias da ponte, os cheques dos pagamentos, o registro das personalidades que atuaram na época. Deu para a gente ver que para eles também era uma obra importante, era um símbolo de superação deles. Então pensamos, estamos no lugar certo. Então, vamos começar a discussão.

E aí houve um grande impasse porque nós tínhamos um consultor alemão que entendia que o melhor modelo era a suspensão da ponte. A transferência de carga. E os americanos entendiam que deveria ser feita uma desmontagem da ponte. Começar por onde ela terminou e começar a toda de novo, tirar todas as peças e colocar. E era uma decisão de alto nível e qual a gente tinha pouca interferência, porque era muita engenharia e conhecimento e cultura de obra. Mas eu torcendo para que o modelo que o alemão tinha sugerido, que já estava em curso, que seria aquelas pontes de sustentação (embaixo da ponte), fosse a vencedora, porque senão eu tinha que começar tudo de novo e teria um custo muito elevado. Foram uns 2 dias de discussão e eu com meu inglês arrastado ali tentando fazer uma intermediação entre as duas correntes. Mas acabamos chegando à unanimidade de continuar o que estava sendo feito. O projetista alemão Jurn Jewe Maertens, da RMG ficou muito feliz. E também os nossos engenheiros, se destaca muito o Wenceslau Diotallevy que deu uma contribuição enorme, fala-se muito das pessoas de fora, mas os de casa também tem muito mérito nessa luta. E aí então chegamos ao final muito esperançosos. Em 2013 com a crise política no nosso país, os nossos engenheiros vibrando em fazer a obra com os engenheiros americanos, mas o conselho da empresa da American Bridge não aprovou. Achavam que o Estado não teria condições de arcar com as despesas, que a situação do Brasil estava muito confusa com aquela crise política, havia uma revolta muito grande. Enfim, eles mandaram por escrito um documento dizendo que se colocavam à inteira disposição, mas que não poderiam executar a obra. Eu cheguei a ligar para eles, fiz um apelo, veio o vice-presidente aqui. Conversamos muito, ele se comprometeu a dar todo um apoio técnico, uma consultoria gratuitamente e nos indicaram uma empresa portuguesa, a Teixeira Duarte. E aí nós fomos ao encontro dela, ela era a parceira deles em vários lugares do mundo. E foi uma conversa muito boa. E eles mostraram disposição em executar a obra. Mas aí tinha que fazer a dispensa de licitação. Uma obra de cento e poucos milhões de reais com dispensa de licitação, quem assina vai se incomodar o resto da vida. Aí eu disse: "Olha, eu só tenho um jeito de fazer. Faça um documento bem feito, com fundamentos muito claros e eu vou procurar a Associação dos Engenheiros de Santa Catarina, o Ministério Público, a OAB, o Tribunal de Justiça, o Tribunal de Contas e vou pedir que eles fiscalizem junto. Não precisa ninguém assinar. A assinatura é minha, a responsabilidade é minha, eu assino. Mas eu quero que essas pessoas acompanhem e nos ajudem." Aí cada peça que era trocada, a gente colocava a fotografia, registrava. Foi uma obra assim, muito muito muito bem feita, de alto nível. E muitas peças tinham que vir de vários países, aí conseguimos que uma empresa brasileira – a Usiminas - para fazer uma linha especial e produzir as peças para nós  (as rodas com olhais e rótulas). Porque todo aquele material que estava na ponte antiga era um material feito na Alemanha, na época da primeira guerra, daquele navio, o Titanic, era o mesmo material, mesma origem. Então houve a substituição completa, foi recolocado tudo. Além da Usiminas, tinha também uma empresa espanhola que fazia outras coisas, então foi se conseguindo fazer de forma barata. Então essas foram as fases mais difíceis. E graças a Deus a coisa andou bem.

 

 

O Governador Raimundo Colombo em visita às obras da Ponte Hercílio Luz, acompanhado pelo presidente da empresa Teixiera Duarte, responsável pela recuperação da Ponte  

 

 

Imagem da Ilha: Durante a apresentação da empresa portuguesa, na Casa d’Agronomica, o Imagem da Ilha estava presente. Os portugueses mostraram como é que seria feita a transferência de carga com aquelas colunas embaixo da ponte. Eu pensei: "Meu Deus, será que isso vai dar certo? Aí pensei no vento sul e a coisa foi, foi, foi e funcionou". E aí nos leva para a segunda pergunta, governador. Qual foi o momento exato que o senhor percebeu que a ponte realmente voltaria a fazer parte da vida dos catarinenses?

Raimundo Colombo: Eu acho que quando a empresa portuguesa veio, que vieram os técnicos, eu vi que a gente iria conseguir. Aí eu também tinha conseguido o dinheiro para obra. O Governo Federal, na época a presidente Dilma, foi um parceiro importante para nós. E então tínhamos recursos para fazer, e tínhamos uma boa equipe. O meu receio era a proteção jurídica, e que não houvesse falha, porque era muito risco para mim. O outro risco era o risco técnico. Eu também fiquei assustado com aquelas torres de sustentação, à 30 m da lâmina d'água e mais não sei quantos metros que foi perfurado na terra. Então tinha toda uma regra sobre o que os mergulhadores precisavam que fazer, um tempo que eles podiam ficar embaixo d’água etc... Quando tinha corrente de maré, precisava parar tudo. Era um trabalho 30 metros embaixo d’água, você imagina o tamanho do esforço, do risco. E aí a hora que tinha que fazer a transferência de carga, aí ali era um momento crítico, porque se a sustentação não funcionasse, iria cair tudo. Então, ali quando aquilo deu certo, eu disse: "Opa, acho que a gente começou a achar o caminho". Mas teve outro obstáculo. A questão, ao lado do continente, tinha uma invasão e de lá, nós não conseguíamos tirar as pessoas. Então, a gente começou a fazer a recuperação do outro lado, da ilha para o continente, e a decisão jurídica não saía. O pior era que  no continente, nós não podíamos fazer intervenção. Até que chegou um dia e os engenheiros chegaram a dizer: " Governador, nós vamos precisar parar porque o risco tá ficando muito grande e o lado de lá é o pior lado, é o que está mais frágil. Então, nós estamos mexendo na ponte aqui e não estamos conseguindo acessar lá, então é melhor parar. E se parasse, quer dizer, daí não adiantava mais. Foi muito difícil a decisão jurídica, tinha que indenizar, e todo dia tinha um detalhe, "olha, tem que arrumar um apartamento dos caras, pagar geladeira, fazer mais o quê, mais isso, mais aquilo". Foi uma fase, a gente perdeu alguns meses para conseguir superar aquele obstáculo, que é uma coisa simples, mas que atrapalhou muito e incomodou muito, mas também sensibilizou a justiça que conseguiu nos ajudar a resolver aquilo que estava atrapalhando.

 

Com a Ponte já em adiantado processo de recuperação, Colombo visita às obras e cumprimenta trabalhadores (foto: Divulgação)

 

Imagem da Ilha:  E agora pensando a parte emocional, o que o senhor sentiu ao participar diretamente de uma obra que devolveu esse símbolo à população catarinense?

Raimundo Colombo: Nós fizemos uma pesquisa muito interessante sobre a ponte, logo no começo do governo. A imagem da ponte estava desgastada, diziam que era um saco sem fundo, enfim, todo mundo dizendo que era dinheiro sendo jogado fora, que tinha corrupção etc e tal. Na pesquisa, 50% queria que se recuperasse a ponte, 50% queria que fosse derrubada. Esse era o resultado da pesquisa. Então, pensamos, vamos fazer o que a gente achava certo. Nessa hora, as pessoas que governam precisam ter a coragem de não fazer o que é mais popular, o que é mais simples. O que dá mais repercussão. Vamos fazer o que é mais difícil. E então a gente tomou a decisão de recuperar. Durante a obra, eu fui muitas vezes lá na ponte, a gente via que estava andando, que as pessoas estavam felizes em trabalhar lá, estavam orgulhosas. Todos estavam ajudando. Os portugueses tinham um bom relacionamento com a equipe. Eles faziam várias vezes reuniões, mostravam que iria acontecer, faziam encontros sociais com a família dos trabalhadores. E a gente via que havia muito profissionalismo ali. Então realmente dava segurança. Muitas vezes a gente via as pessoas virem agradecer, a equipe emocionada, satisfeita, trabalhando sempre que precisava, com vento, com chuva. Eu pensei: "Isso vai certo". A gente percebe quando as pessoas que estão executando tão felizes, orgulhosas, comprometidas, aí não se tem dúvida que o resultado vem. E as duas pessoas que a gente confiava muito, eram o Vanderlei Theodoro Agustini, presidente do Deinfra e o Wenceslau Diotallevy, dois engenheiros daqui da Universidade Federal de Santa Catarina, eles nos davam a toda a segurança. Eu também tinha duas pessoas que me ajudaram muito, o Serpa, na Casa Civil e o João dos Passos, na área jurídica. Porque não podia ficar em uma pendência, eu precisava ter segurança também, porque, depois acabaram fazendo uma CPI contra a ponte... mas tudo bem, faz parte da missão de até ser humilhado como a gente foi lá na CPI, mas essas coisas a gente tem que ter grandeza e superar.

 

Imagem da Ilha:  Em diferentes momentos a restauração enfrentou críticas, como a que o senhor comentou agora a pouco. Dificuldades técnicas, desafios financeiros que a gente acabou de falar. O que manteve o senhor firme na decisão de seguir com a recuperação da ponte?

Raimundo Colombo: A questão da mobilidade em Florianópolis estava cada dia pior, com esse aumento da população, esse crescimento seria um colapso. Então não tinha alternativa, tinha que dar certo, porque era a melhor solução, era a mais adequada sob o ponto de vista também da história de Florianópolis, era um orgulho, um símbolo... eu seria um governo errado, fracassado, se não visse o crescimento que estava acontecendo e não ver a necessidade de se antecipar. Então, veja, nós fizemos o sul da ilha, nós fizemos toda aquela área em direção ao aeroporto. E aquilo era pré-requisito para nós conseguirmos fazer com que o novo aeroporto fosse oferecido à iniciativa privada. Então, imagina Florianópolis hoje sem essas obras da 401 em direção ao Sul da Ilha, sem o acesso aos Ingleses, sem a ponte Hercílio Luz... ninguém iria conseguir andar.

 

 

Acompanhar a evolução da obra já fazia parte do dia a dia do Governador (foto:Divulação) 

 

Imagem da Ilha:  Hoje vendo a Hercílio Luz novamente integrada ao cotidiano de Florianópolis, qual o legado que o senhor acredita ter deixado para futuras gerações catarinenses?

Raimundo Colombo: Eu acho que os símbolos, eles funcionam para que a gente se inspire no passado. A visão do Felipe Schmidt, do Hercílio Luz foi uma visão de integração do Estado, de superação, de sonhar grande também. Santa Catarina tem muito disso. Então, quando você consegue oferecer a capacidade de compreender esse passado para tornar um futuro grande, eu acho que a gente tem toda uma simbologia junto disso. E também, nesse Brasil que as pessoas acham que tudo dá errado e torcem para que tudo às vezes dê errado mesmo, a gente consegue mostrar que quando todo mundo se une e vai além das suas obrigações, das regras que são estabelecidas, a gente consegue fazer o que, o que parece impossível. Então você tem que fugir, fugir um pouco da limitação da burocracia. E conseguir mostrar que é possível. Eu acho que isso mostra que a gente tem que avançar mais. Nós estamos prestando um serviço de muito baixa qualidade para a sociedade. E quando a briga é contra a burocracia... essa obra foi uma briga contra a burocracia. Porque a burocracia, para ela, a coisa mais importante é dizer: "Espere um pouquinho, passe amanhã. Daqui uns dias eu vou olhar isso aqui".  E a sociedade está ressentida e revoltada com esse tipo de coisa. "Não pode, não dá, isso aqui não tem como fazer"... Se eu fosse seguir a burocracia, nem daqui 50 anos ia fazer, fazer isso com dispensa de licitação, tirar uma empreiteira da obra. Trazer uma empresa de fora que ninguém conhecia. Com isso a gente tá mostrando que tem que ajudar a fazer as coisas, senão não dá.

 

Imagem da Ilha:  Nos bastidores da política, falou-se muito na época que o senhor não foi chamado para a inauguração da ponte pelo então governador Moisés, que concluiu os 5% final da obra, se muito? Foi comentado que ele enviou um e-mail de convite, isto é verdade?

Raimundo Colombo: É o direito do governador convidar aquele que quiser, mas ele não pode dizer que me convidou porque ele está mentindo, eu não fui convidado. Não mandou e-mail coisa nenhuma. Ele não me convidou e tem que assumir que não quis convidar. É o direito dele, eu não estou reclamando, tá tudo certo para mim. Eu não fiz para ser homenageado. Eu acho que das coisas que a gente faz, a melhor homenagem é o sentimento do dever cumprido. A gente na vida pública não pode trabalhar por essa expectativa. Eles também não me convidaram para o aeroporto, eles desconvidaram porque eu recebi um convite pedindo para eu não ir. Mas aí isso não tem problema nenhum. Tá tudo certo. Vocês sabem, que esse tipo de atitude não foi só do Moisés, na Assembleia também, fazendo uma CPI sem fundamento algum, levar a gente lá para humilhar, para ficar questionando quem é que foi lá nos Estados Unidos, quanto é que custou para você ir lá viajar...  Eu faço aqui um alerta, não por sentimento de injustiçado ou qualquer tipo de coisa, que eu não tenho, mas isso aí empobrece muito a vocação das pessoas para a vida pública. Porque o maior patrimônio de alguém que quer fazer um trabalho de doação, de missão, é o reconhecimento. Quando você só recebe críticas e ingratidão, você também não quer mais ir. Então, hoje ninguém mais quer ser candidato, ninguém mais quer desenvolver essa missão. E isso é um problema para o futuro do nosso país, para o futuro da qualidade da nossa democracia. O ator, se o povo não aplaude, ele não quer saber quanto é que deu na bilheteria. Ele quer reconhecimento. Então, para o político de certa forma, a energia é a vaidade. Tem que ter reconhecimento. Quando o reconhecimento não vem, e a crítica passa do ponto, os caras fogem do caminho. Não é só no Brasil, é no mundo inteiro essa situação.

 

Nota da redação: Com esta entrevista entendemos que trazemos à luz fatos desconhecidos da população, e também resgatamos a importância de um gestor compormetido em realizar um sonho da maioria dos catarinenses.

 

Entrevista: Hermann Byron Neto

Decupagem e edição: Carolina Beux e Urbano Salles

Edição final: Hermann Byron Neto

 

Para receber notícias, clique AQUI e faça parte do Grupo de WHATS do Imagem da Ilha.

Gostou deste conteúdo? Compartilhe utilizando um dos ícones abaixo!

Pode ser no seu Face, Twitter ou WhatsApp!

Para mais notícias, clique AQUI

Siga-nos no Google notícias

Google News