Tecnologia reúne jovens em desafio de impacto social
O Instituto Padre Vilson Groh realiza, no dia 1º de julho, o 4º Hackathon Pode Crer, uma imersão intensiva voltada ao desenvolvimento de tecnologias de impacto social para desafios reais enfrentados pela população brasileira no acesso a serviços financeiros, direitos sociais e inclusão digital.
Com o tema “Tecnologia e Inovação para Inclusão Digital e Autonomia Social”, o evento reunirá jovens estudantes, educadores, mentores e especialistas em tecnologia e inovação social em um dia inteiro de criação colaborativa, prototipagem e desenvolvimento de projetos voltados à transformação social.
A iniciativa acontece em parceria com a Caixa Econômica Federal — patrocinadora oficial do Programa Pode Crer desde 2021 — e contará com apoio técnico e pedagógico de professores e estudantes do UniCesusc, promovendo um ambiente de aprendizagem prática, pensamento científico e aplicação de ferramentas digitais para resolução de problemas comunitários.
Os participantes serão desafiados a desenvolver propostas inovadoras para cinco grandes eixos sociais conectados à realidade de milhões de brasileiros:
-Inclusão digital para pessoas idosas;
-Acessibilidade universal para pessoas com deficiência;
-Educação financeira para jovens de baixa renda;
-Otimização do acesso ao Bolsa Família;
-Soluções inteligentes para filas e atendimento em agências e lotéricas.
A proposta do Hackathon é estimular os jovens a utilizarem tecnologia, design, robótica, inteligência artificial e pensamento criativo como instrumentos de transformação social, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente nas áreas de redução das desigualdades, educação de qualidade, trabalho decente e inovação.
Durante o evento, as equipes — formadas por até nove integrantes — deverão apresentar projetos com viabilidade de execução, orçamento estimado, previsibilidade de desenvolvimento e potencial de impacto social. Além disso, as iniciativas precisarão contemplar apresentação visual, materiais audiovisuais e pitch final de até 20 minutos para banca avaliadora.
Os estudantes terão acesso a uma estrutura maker completa no IVG Lab, incluindo impressoras 3D, kits Arduino, sensores eletrônicos e ferramentas digitais utilizadas nas oficinas de capacitação pré-hackathon. Entre as tecnologias sugeridas para desenvolvimento dos protótipos estão Canva, Scratch, Pictoblox, WebAlgo (Portugol), Tinkercad e ferramentas de Inteligência Artificial.
A programação também inclui mentorias especializadas em UX/UI, robótica, audiovisual, storytelling, programação e carreiras digitais, fortalecendo competências técnicas e socioemocionais fundamentais para o futuro profissional dos participantes.
Da redação
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